Congresso de Associativismo Médico – AMB

A  Associação Médica Brasileira (AMB) promoverá o Congresso de Associativismo Médico, nos dias 01 e 02 de outubro de 2021. A proposta é fortalecer o protagonismo dos médicos do Brasil, sedimentando a base para a construção da Medicina do Futuro.

Segundo a organização do evento: “Vamos repensar o futuro da medicina, trazendo para a pauta uma visão moderna e integrada do associativismo, em um evento totalmente on-line e gratuito”.

 A inscrição já está disponível no link


Agenda de webinários: de 21 a 23 de setembro

Data: 21/9/2021 – 19h
Tema: Farmacologia dos Anestésicos Venosos – Parte 2
Palestrante: dr. Cirilo Haddad Silveira (SP)
Apresentadora: dra. Maria Angela Tardelli (SP)
Moderador: dr. Marco Antônio Cardoso de Resende (RJ)


Data: 21/9/2021 – 20h30
Tema: Vacinas: O Que o Anestesiologista Precisa Saber
Palestrante: profa. Maria Ângela Rocha (Universidade de Pernambuco)
Moderação: dr. Marcius Vinicius Mulatinho Maranhão, dr. Eduardo Bianchini e dr. Thiago Lima Barreto da Serra e Silva
Coordenação: dr. Abel Fernando Rech


HAVERÁ SORTEIO DE INGRESSOS PARA O CVA

Data
: 22/9/2021 – 19h
Tema: Anestesia para Cirurgia Fetal
Palestrante: dra. Fátima Carneiro Fernandes (RJ)
Apresentador: dr. Jedson dos Santos Nascimento (BA)
Moderador: dr. Antônio Bedin (SC)


Data: 22/9/2021 – 20h30 
Tema: Módulo 7 – A Saúde Suplementar e o Trabalho do Anestesiologista
Palestrante: dr. César Brenha
Moderador: dr. Luis Antonio dos Santos Diego
Debatedores: dr. Guinther Giroldo Badessa e dr. Luiz Fernando dos Reis Falcão

Data: 23/9/2021 – 19h
Tema: Anestesia para Transplantes: Rim, Fígado, Coração e Pulmão – Parte 1
Palestrante: dr. Marcello Fonseca Salgado Filho (SP)
Apresentador: dr. Marcos Antonio Costa de Albuquerque (SE)
Moderador: dr. Gustavo Marcinko (SC)


Data: 23/9/2021 – 20h30
Tema: Módulo VII – “Compliance” Corporativo e a Prática Anestesiológica
Organizadores: dr. Luis Antonio dos Santos Diego e dr. Celso Papaleo
Palestrante: dr. Cid Ferreira
Apresentador: dr. Augusto Takaschima
Debatedores: dr. Jedson Nascimento e Celso Papaleo
Moderador: dr. Luis Antonio dos Santos Diego


17 de setembro – Dia Mundial da Segurança do Paciente

Por dra. Michelle Nacur
No dia 16 de outubro de 1846 W. T. G. Morton faz a primeira demonstração pública da anestesia. Pouco menos de 2 anos depois foi relatado o primeiro óbito atribuído ao clorofórmio. Entre 1948 e 1952 foi realizado o primeiro estudo sobre eventos adversos em anestesia, sendo analisados 599.548 procedimentos cirúrgicos. Na época foi reportada 1 morte a cada 1560 anestesias e foi dito que anestesia matava mais que a poliomielite.

Entretanto, naquela época, R. Macintosh desafiou a visão que as mortes sob anestesia eram inevitáveis. Afirmando que eram frequentemente devido a falhas humanas e que poderiam sim, ser evitadas. Desde então, os anestesiologistas começaram a se preocupar com o tema segurança, tornando-se pioneiros em iniciativas para redução de danos evitáveis. Começou-se então a abordar o problema do erro.

A mortalidade devido a causas anestésicas reduziu drasticamente a partir da década de 90 com o advento do oxímetro e capnografo. A dramática melhora na segurança do paciente em anestesia nos últimos 30 anos não pode ser atribuída apenas aos monitores eletrônicos, mas, em grande parte, por um conjunto de comportamentos conhecidos como “monitoramentos de segurança”, que se tornou mais eficaz ao estender ao comportamento humano e o reconhecimento de que a vigilância contínua é imprescindível para a segurança do ato anestésico, tanto é que a  palavra “vigilância” é o centro do selo e o lema da American  Society of Anesthesiologist.

Conceitualmente pode-se dizer que a segurança do paciente é um paradigma específico que se originou na prática anestésica identificando os danos evitáveis causados por cuidados médicos e tentando evitá-los.

Em 2010, os principais líderes das sociedades que representam a especialidade de anestesiologia passaram a ser signatários da Declaração de Helsinque e formalizaram um consenso que incluía a segurança dos pacientes no perioperatório, mostrando mais uma vez que a anestesiologia tem um papel-chave na melhoria da segurança do paciente.

Os desafios hoje são manter essa melhora em face das pressões que ameaçam os ganhos, estender essa melhora a aspectos adicionais dos cuidados com a anestesia e ajudar a instalar os componentes da cultura da segurança em todo o ambiente hospitalar.