Uncategorized Participou do Quiz SBA? Aprofunde seus conhecimentos sobre neuroproteção no idoso leticia-santos outubro 30, 2026 Compartilhe Artigo da Anestesia em Revista discute o cuidado com o paciente idoso ao longo do período perioperatório e propõe questionário para revisar os conhecimentos sobre o tema. O que significa um bom desfecho anestésico para o paciente idoso? Além da sobrevida e da ausência de complicações, preservar a cognição, a autonomia e a capacidade funcional também faz parte desse cuidado. É com esse olhar que o artigo “Neuroproteção no Idoso: Estratégias Perioperatórias para o Anestesiologista”, publicado na segunda edição de 2026 da Anestesia em Revista, aborda o planejamento da assistência antes, durante e depois da cirurgia. Assinado por Waynice Neiva de Paula Garcia, Brynner Mota Buçard e Walter Mendes de Oliveira Júnior, o artigo discute o atendimento a pacientes idosos e frágeis, cada vez mais presentes nos centros cirúrgicos. Os autores destacam como as diferenças nas condições clínicas e nas reservas funcionais desses pacientes exigem um planejamento individualizado, desde a avaliação pré-operatória até a recuperação. Aprofunde a leitura na Anestesia em Revista Quais questões despertaram mais dúvidas? O artigo completo desenvolve esses temas com cenários clínicos, uma síntese das ações por etapa do cuidado e referências científicas para consulta. Leia “Neuroproteção no Idoso: Estratégias Perioperatórias para o Anestesiologista”, de Waynice Neiva de Paula Garcia, Brynner Mota Buçard e Walter Mendes de Oliveira Júnior, na segunda edição de 2026 da Anestesia em Revista. Acesse a revista e leia o artigo completo. Participou do Quiz SBA? Confira as respostas As questões publicadas nos stories e no feed da SBA convidam você a revisar diferentes aspectos do cuidado perioperatório do paciente idoso. A seguir, confira as alternativas corretas e os comentários do material de apoio ao artigo: 1. Na avaliação pré-operatória do idoso, qual afirmação sobre fragilidade está correta? Resposta B – A CFS deve refletir o estado funcional habitual anterior ao evento agudo. A Clinical Frailty Scale deve representar a mobilidade e a independência habituais antes do evento agudo. Idade isolada não define reserva, e fragilidade não constitui contraindicação automática ao tratamento. 2. Qual conduta pré-operatória reduz vulnerabilidades associadas ao delirium? Resposta C – Revisar medicamentos, corrigir distúrbios e registrar déficits sensoriais. A prevenção começa no pré-operatório com abordagem multicomponente. O Mini-Cog é instrumento de triagem, e a técnica neuraxial não elimina o risco de delirium. 3. Sobre a condução intraoperatória, qual é a alternativa correta? Resposta A – Metas hemodinâmicas individualizadas consideram pressão habitual e contexto cirúrgico. A pressão deve ser individualizada. O INPRESS usou pressão sistólica dentro de 10% do valor de referência; EEG e NIRS são complementares e não determinam condutas isoladamente. 4. Qual afirmação sobre farmacologia no idoso frágil está correta? Resposta D – Fármacos devem ser titulados em alíquotas, com reavaliação do efeito. Alterações farmacocinéticas e farmacodinâmicas do envelhecimento exigem doses iniciais menores, administração fracionada e tempo para observar o efeito. Não há profilaxia farmacológica universal. 5. Na recuperação pós-anestésica, qual abordagem inicial é mais adequada diante de agitação? Resposta B – Avaliar dor, oxigenação, ventilação, glicemia e retenção urinária. Investigue causas reversíveis antes de sedar. Reorientação, suporte sensorial e presença familiar integram a prevenção multicomponente. Fonte: Navegação de Post AnteriorParabéns, SAESP, pelos 57 anos!PróximoEleições SBA 2026: Mesma segurança e confiabilidade de sempre