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Participou do Quiz SBA? Aprofunde seus conhecimentos sobre neuroproteção no idoso

Artigo da Anestesia em Revista discute o cuidado com o paciente idoso ao longo do período perioperatório e propõe questionário para revisar os conhecimentos sobre o tema.

O que significa um bom desfecho anestésico para o paciente idoso? Além da sobrevida e da ausência de complicações, preservar a cognição, a autonomia e a capacidade funcional também faz parte desse cuidado. É com esse olhar que o artigo “Neuroproteção no Idoso: Estratégias Perioperatórias para o Anestesiologista”, publicado na segunda edição de 2026 da Anestesia em Revista, aborda o planejamento da assistência antes, durante e depois da cirurgia.

Assinado por Waynice Neiva de Paula Garcia, Brynner Mota Buçard e Walter Mendes de Oliveira Júnior, o artigo discute o atendimento a pacientes idosos e frágeis, cada vez mais presentes nos centros cirúrgicos. Os autores destacam como as diferenças nas condições clínicas e nas reservas funcionais desses pacientes exigem um planejamento individualizado, desde a avaliação pré-operatória até a recuperação.

Aprofunde a leitura na Anestesia em Revista

Quais questões despertaram mais dúvidas? O artigo completo desenvolve esses temas com cenários clínicos, uma síntese das ações por etapa do cuidado e referências científicas para consulta.

Leia “Neuroproteção no Idoso: Estratégias Perioperatórias para o Anestesiologista”, de Waynice Neiva de Paula Garcia, Brynner Mota Buçard e Walter Mendes de Oliveira Júnior, na segunda edição de 2026 da Anestesia em Revista.

Acesse a revista e leia o artigo completo.

Participou do Quiz SBA? Confira as respostas

As questões publicadas nos stories e no feed da SBA convidam você a revisar diferentes aspectos do cuidado perioperatório do paciente idoso. A seguir, confira as alternativas corretas e os comentários do material de apoio ao artigo:

1. Na avaliação pré-operatória do idoso, qual afirmação sobre fragilidade está correta?

Resposta B – A CFS deve refletir o estado funcional habitual anterior ao evento agudo.

A Clinical Frailty Scale deve representar a mobilidade e a independência habituais antes do evento agudo. Idade isolada não define reserva, e fragilidade não constitui contraindicação automática ao tratamento.

2. Qual conduta pré-operatória reduz vulnerabilidades associadas ao delirium?

Resposta C – Revisar medicamentos, corrigir distúrbios e registrar déficits sensoriais.

A prevenção começa no pré-operatório com abordagem multicomponente. O Mini-Cog é instrumento de triagem, e a técnica neuraxial não elimina o risco de delirium.

3. Sobre a condução intraoperatória, qual é a alternativa correta?

Resposta A – Metas hemodinâmicas individualizadas consideram pressão habitual e contexto cirúrgico.

A pressão deve ser individualizada. O INPRESS usou pressão sistólica dentro de 10% do valor de referência; EEG e NIRS são complementares e não determinam condutas isoladamente.

4. Qual afirmação sobre farmacologia no idoso frágil está correta?

Resposta D – Fármacos devem ser titulados em alíquotas, com reavaliação do efeito.

Alterações farmacocinéticas e farmacodinâmicas do envelhecimento exigem doses iniciais menores, administração fracionada e tempo para observar o efeito. Não há profilaxia farmacológica universal.

5. Na recuperação pós-anestésica, qual abordagem inicial é mais adequada diante de agitação?

Resposta B – Avaliar dor, oxigenação, ventilação, glicemia e retenção urinária.

Investigue causas reversíveis antes de sedar. Reorientação, suporte sensorial e presença familiar integram a prevenção multicomponente.

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