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Manejo do Doador com Morte Encefálica para Transplante de Órgãos – Atow-464

A falência crônica de órgãos-alvo está associada a morbidade e mortalidade significativas, contribuindo grandemente para o ônus financeiro dos sistemas nacionais de saúde. O transplante de órgãos é o tratamento de escolha para melhorar a qualidade de vida e sobrevida desses pacientes, mas é muito limitado pela escassez de órgãos devido a mitos prevalentes e desinformação relacionados ao transplante de órgãos, e também às condições altamente específicas necessárias para o sucesso do transplante. Os órgãos utilizados no transplante são provenientes de doadores vivos, doação após morte cardíaca
ou doação após morte encefálica (DME). O conceito de morte encefálica evoluiu com o advento da ventilação mecânica, e as diretrizes para determinar a morte encefálica foram aperfeiçoadas ao longo do tempo. As diretrizes mais atuais, da American Academy of Neurology de 2010, exigem três achados clínicos: coma irreversível com causa conhecida, arreflexia do tronco cerebral e apneia.1 Detalhes sobre o diagnóstico de morte do tronco encefálico podem ser encontrados em um tutorial anterior.

Manejo do Doador com Morte Encefálica para Transplante de Órgãos

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